29 Oct 2010

Sem medo de falar...


  SEM MEDO DO PASSADO
Fernando Henrique Cardoso

O presidente Lula passa por momentos de euforia que o levam a inventar inimigos e enunciar inverdades. Para ganhar sua guerra imaginária, distorce o ocorrido no governo do antecessor, auto glorifica-se na comparação e sugere que se a oposição ganhar será o caos. Por trás dessas bravatas está o personalismo e o fantasma da intolerância: só eu e os meus somos capazes de tanta glória. Houve quem dissesse “o Estado sou eu”. Lula dirá, o Brasil sou eu! Ecos de um autoritarismo mais chegado à direita.


Lamento que Lula se deixe contaminar por impulsos tão toscos e perigosos. Ele possui méritos de sobra para defender a candidatura que queira. Deu passos adiante no que fora plantado por seus antecessores. Para que, então, baixar o nível da política à dissimulação e à mentira?
A estratégia do petismo-lulista é simples: desconstruir o inimigo principal, o PSDB e FHC (muita honra para um pobre marquês…). Por que seríamos o inimigo principal? Porque podemos ganhar as eleições. Como desconstruir o inimigo?
Negando o que de bom foi feito e apossando-se de tudo que dele herdaram como se deles sempre tivesse sido. Onde está a política mais consciente e benéfica para todos? No ralo.


Na campanha haverá um mote – o governo do PSDB foi “neoliberal” – e dois alvos principais: a privatização das estatais e a suposta inação na área social. Os dados dizem outra coisa. Mas os dados, ora os dados… O que conta é repetir a versão conveniente. Há três semanas Lula disse que recebeu um governo estagnado, sem plano de desenvolvimento. Esqueceu-se da estabilidade da moeda, da lei de responsabilidade fiscal, da recuperação do BNDES, da modernização da Petrobras, que triplicou a produção depois do fim do monopólio e, premida pela competição e beneficiada pela flexibilidade, chegou à descoberta do pré-sal. Esqueceu-se do fortalecimento do Banco do Brasil, capitalizado com mais de R$ 6 bilhões e, junto com a Caixa Econômica, libertados da politicagem e recuperados para a execução de políticas de Estado.

Esqueceu-se dos investimentos do programa Avança Brasil, que, com menos alarde e mais eficiência que o PAC, permitiu concluir um número maior de obras essenciais ao país. Esqueceu-se dos ganhos que a privatização do sistema Telebrás trouxe para o povo brasileiro, com a democratização do acesso à internet e aos celulares, do fato de que a Vale privatizada paga mais impostos ao governo do que este jamais recebeu em dividendos quando a empresa era estatal, de que a Embraer, hoje orgulho nacional, só pôde dar o salto que deu depois de privatizada, de que essas empresas continuam em mãos brasileiras, gerando empregos e desenvolvimento no país.

Esqueceu-se de que o país pagou um custo alto por anos de “bravata” do PT e dele próprio. Esqueceu-se de sua responsabilidade e de seu partido pelo temor que tomou conta dos mercados em 2002, quando fomos obrigados a pedir socorro ao FMI – com aval de Lula, diga-se – para que houvesse um colchão de reservas no início do governo seguinte. Esqueceu-se de que foi esse temor que atiçou a inflação e levou seu governo a elevar o superávit primário e os juros às nuvens em 2003, para comprar a confiança dos mercados, mesmo que à custa de tudo que haviam pregado, ele e seu partido, nos anos anteriores.

Os exemplos são inúmeros para desmontar o espantalho petista sobre o suposto “neoliberalismo” peessedebista. Alguns vêm do próprio campo petista. Vejam o que disse o atual presidente do partido, José Eduardo Dutra, ex-presidente da Petrobrás, citado por Adriano Pires, no Brasil Econômico de 13/1/2010. “Se eu voltar ao parlamento e tiver uma emenda propondo a situação anterior (monopólio), voto contra. Quando foi quebrado o monopólio, a Petrobrás produzia 600 mil barris por dia e tinha 6 milhões de barris de reservas. Dez anos depois, produz 1,8 milhão por dia, tem reservas de 13 bilhões. Venceu a realidade, que muitas vezes é bem diferente da idealização que a gente faz dela”.


O outro alvo da distorção petista refere-se à insensibilidade social de quem só se preocuparia com a economia. Os fatos são diferentes: com o Real, a população pobre diminuiu de 35% para 28% do total. A pobreza continuou caindo, com alguma oscilação, até atingir 18% em 2007, fruto do efeito acumulado de políticas sociais e econômicas, entre elas o aumento do salário mínimo. De 1995 a 2002, houve um aumento real de 47,4%; de 2003 a 2009, de 49,5%. O rendimento médio mensal dos trabalhadores, descontada a inflação, não cresceu espetacularmente no período, salvo entre 1993 e 1997, quando saltou de R$ 800 para aproximadamente
R$ 1.200. Hoje se encontra abaixo do nível alcançado nos anos iniciais do Plano Real.
Por fim, os programas de transferência direta de renda (hoje Bolsa-Família), vendidos como uma exclusividade deste governo. Na verdade, eles começaram em um município (Campinas) e no Distrito Federal, estenderam-se para Estados (Goiás) e ganharam abrangência nacional em meu governo. O Bolsa-Escola atingiu cerca de 5 milhões de famílias, às quais o governo atual juntou outras 6 milhões, já com o nome de Bolsa-Família, englobando em uma só bolsa os programas anteriores.


É mentira, portanto, dizer que o PSDB “não olhou para o social”. Não apenas olhou como fez e fez muito nessa área: o SUS saiu do papel à realidade; o programa da aids tornou-se referência mundial; viabilizamos os medicamentos genéricos, sem temor às multinacionais; as equipes de Saúde da Família, pouco mais de 300 em 1994, tornaram-se mais de 16 mil em 2002; o programa “Toda Criança na Escola” trouxe para o Ensino Fundamental quase 100% das crianças de sete a 14 anos. Foi também no governo do PSDB que se pôs em prática a política
que assiste hoje a mais de 3 milhões de idosos e deficientes (em 1996, eram apenas 300 mil).

Ata no original:
 


 

PETROBRAS

ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA DA PETRÓLEO BRASILEIRO S..A. - PETROBRAS, REALIZADA EM 8 DE ABRIL DE 2009

(Lavrada sob a forma de sumário, conforme facultado pelo parágrafo primeiro do artigo 130 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976).
DIA, HORA E LOCAL: Assembléia realizada às 15 horas do dia 8 de abril de 2009, na sede social, na cidade do Rio de Janeiro, RJ, na Avenida República do Chile, no 65.
..........
Item IV: Foram reeleitos como membros do Conselho de Administração da Companhia , na forma do voto da União, com mandato de 1 (um) ano, permitida a reeleição, a Senhora Dilma Vana Rousseff, brasileira, natural da cidade de Belo Horizonte (MG), divorciada, economista, com domicílio na Casa Civil da Presidência da República - Praça dos Três Poderes - Palácio do Planalto - 4º andar - salas 57 e 58, Brasília (DF), CEP: 70150-900, portadora da carteira de identidade nº 9017158222, expedida pela Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio Grande do Sul - SSP/RS, e do CIC/CPF nº 133267246-91 e os Senhores Guido Mantega, brasileiro, natural de Gênova, Itália, casado , economista, com domicílio no Ministério da Fazenda - Esplanada dos Ministérios - Bloco P - 5º andar - Brasília (DF), CEP: 70048-900, portador da carteira de identidade nº 4135647-0, expedida pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo - SSP/SP, e do CIC/CPF nº 676840768-68; Silas RondeauCavalcante Silva, brasileiro, natural da cidade de Barra da Corda (MA), casado , engenheiro, com domicílio na S...A.U.S. - quadra 3 [WINDOWS-1252?]– lote 2 - Bloco C [WINDOWS-1252?]– Ed. Business Point - salas 308/309, Brasília (DF), CEP: 70070-934, portador da carteira de identidade nº 2040478, expedida pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de Pernambuco - SSP/PE, e do CIC/CPF nº 044.004.963- 68; José Sergio Gabriellide Azevedo, brasileiro, natural da cidade de Salvador (BA), divorciado, e conomista, com domicílio na Av. República do Chile, 65, 23º andar - Rio de Janeiro (RJ), CEP: 20031-912, portador da carteira de identidade nº 00693342-42, expedida pela Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia - SSP/BA, e do CIC/CPF nº    042750395-72  042750395-72    042750395-72  042750395-72      042750395-72  042750395-72    042750395-72  042750395-72 ; Francisco Roberto de Albuquerque, brasileiro, natural da cidade de São Paulo, casado, General de Exército Reformado, com domicílio na Alameda Carolina nº 594, Itu (SP), CEP: 13306-410, portador da carteira de identidade nº 022954940-7, expedida pelo Ministério do Exército e do CIC/CPF nº 351786808-63; e Luciano Galvão Coutinho, brasileiro, natural da cidade de Recife (PE), divorciado, economista, com domicílio na Av.. República do Chil e nº 100 , 19º andar, Rio de Janeiro (RJ), CEP 20031-917, portador da carteira de identidade nº 8925795, expedida pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo - SSP/SP, e do CIC/CPF nº 636831808-20.
............. .......
Item VII: Pelo voto da maioria dos acionistas presentes, em conformidade com o voto da representante da União, foi aprovada a fixação da remuneração global a ser paga aos administradores da Petrobras em R$8.266.600, 00 (oito milhões, duzentos e sessenta e seis mil e seiscentos reais), no período compreendido entre abril de 2009 e março de 2010, aí incluídos: honorários mensais, gratificação de férias, gratificação natalina (13º salário), participação nos lucros e resultados; passagens aéreas, previdência privada complementar, e auxílio moradia, nos termos do Decreto nº 3.255, de 19.11.1999, mantendo-se os honorários no mesmo valor nominal praticado no mês precedente à AGO de 2009, vedado expressamente o repasse aos respectivos honorários de quaisquer benefícios que, eventualmente, vierem a ser concedidos aos empregados da empresa, por ocasião da formalização do Acordo Coletivo de Trabalho [WINDOWS-1252?]– ACT na sua respectiva data-base de 2009;

São SEIS PESSOAS para dividirem mais de 8 MILHÕES no ano.
Dá mais de CEM MIL REAIS POR MÊS para cada um!

Se alguém achar que é boato... é só acessar o link abaixo:

http://www2. petrobras. com.br/ri/ port/Informacoes Acionistas/ pdf/ATA_AGO_ 08abr09_port. pdf


Ou entre diretamente no portal da Petrobrás. Vá até a página de informações aos acionistas. Procure o link para as atas das assembléias e depois selecione a do dia 08 de abril de 2009.

Agora uma pergunta: Em que condições é possível o acumulo de cargos públicos?

26 Oct 2010

Saco para xixi ajuda a acabar com o 'aperto' nas ruas.

Embalagem plástica elaborada com cristais transforma urina em gel. Preço do produto varia de R$ 2,90 a R$ 3,90 em farmácias. 

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O 'Toalet descartável' promete aliviar as pessoas na hora do sufoco. (Foto: Divulgação)

Imagine essa situação: você está parado no engarrafamento e precisa ir ao banheiro. O que fazer?

Pensando no sufoco que muita gente passa, está sendo vendido no Rio um saco plástico descartável, elaborado com cristais que se transformam em gel quando entram em contato com a urina.

A ausência de sanitários públicos na cidade faz com que muitas pessoas "resolvam o problema" na própria rua e até dentro dos túneis da cidade. Pensando no alívio das necessidades fisiológicas imediatas, a diretora da empresa que fabrica o produto, Fernanda Brites, conta que o 'Toalet descartável', como é conhecido, pode mudar esse mau hábito da cultura do carioca, além de não degradar o meio ambiente. 
 
"Ele pode ser descartado em qualquer lixeira, já que não tem perigo de molhar, nem contaminar o ambiente. O saco também fica lacrado e absorve 98% do odor. Assim, todo mundo pode evitar o constrangimento de ver os homens fazendo xixi na rua e a cidade vai ficar mais limpa," afirma.
 
Atende a homens e mulheres
Segundo Fernanda, o produto foi desenvolvido para atender homens e mulheres, independentemente da faixa etária e das condições físicas. Ela mesma confessa que já fez xixi dentro do saquinho e não houve nenhum transtorno. Mas, para as mulheres que se sentem constrangidas, o produto também tem outras finalidades.

"Ele pode ser usado em casos de mal estar, porque absorve o vômito, por crianças quando não conseguem segurar o xixi e por pacientes nos hospitais, já que substitui e reduz o risco de contaminação pelo uso da comadre e do patinho". 
 
Sucesso entre os taxistas 

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O taxista Luis Peres aprovou a novidade (Foto: Lívia Torres / G1)

Para o taxista Luis Peres, a novidade está despertando a curiosidade da clientela. Ele, que carrega os saquinhos no painel do carro, afirma que tem solucionado vários problemas na hora do ''aperto''.

"Uma vez estava levando um passageiro mais idoso, no Galeão (aeroporto internacional). Ele me disse que estava passando mal, mas conseguiria chegar ao destino sem eu precisar parar o carro. Mas percebi que não daria tempo. Saquei o saquinho e ele fez xixi ali mesmo. Foi bom que não sujou o carro," ri o taxista. 
 
Alívio no mal-estar 
O publicitário Ricardo Mello conta que o saquinho livrou sua namorada do constrangimento de passar mal em público.

"Estava num bar com minha namorada e ela começou a passar mal. Lembramos que ela tinha guardado um saquinho na bolsa e usamos. 

A advogada Tânia de Castro lembra que usou o saquinho quando estava a bordo de um táxi e passou mal. 

"O motorista me cedeu um saquinho. No final, você lacra sem fazer confusão, já que ele vira uma gelatina. É funcional e todo mundo deveria ter dentro do carro", lembra Tânia.
 
Como comprar 
O produto é vendido nas drogarias Venâncio (Barra, Centro, Tijuca e Vila Isabel). 
Preço: de R$ 2,90 a R$ 3,90.

23 Oct 2010

Erro FolhaVitoria.com.br

Erro
20 Oct 2010

TWEET IT - iPads vs iPhones (Michael Jackson "Beat It" spoof)

!
19 Oct 2010

Sim, existe um lugar em que político não tem mordomia

O vídeo abaixo mostra que, ao contrário do que ocorre no Brasil, existem lugares em que políticos não têm direito à mordomias. Duvida?


19 Oct 2010

ESTRATÉGIA DO SERRA PARA O SEGUNDO TURNO...


ESTRATÉGIA DO SERRA PARA O SEGUNDO TURNO...


16532516
 

 

 

19 Oct 2010

Helena ai 3 anos!!!! Isso minha Filha METALLLLL na veia

!
19 Oct 2010

Stress em pessoa

19 Oct 2010

Tiririca em Noticiário Americano

14 Oct 2010

Ladrão isofênico

Contributors

Bruno Cavalcanti José Renato Bastos Cristiano Taliati